Brasileiro é top 24 em competição com 3km de natação, 80km de ciclismo e 20km de corrida

26 de outubro de 2009 – No último dia 25 de outubro de 2009, o triatleta Alessandro Pimentel, 36 anos, natural da cidade de Taubaté (SP), representou o Brasil no Campeonato Mundial de Longa Distância de Triathlon, realizado em Perth, na Austrália. O formato da prova teve no total 123km, dividido em 3km de natação, 80km de ciclismo e 20km de corrida.
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“A prova foi realmente muito dura, acredito que foi a competição mais difícil da minha vida, pois a etapa de natação me exigiu muita energia”, comentou o esportista que conta com o apoio da Pedal Power/Specialized/Sram/Milclean/Supratur/Rápido Taubaté/Prefeitura de Taubaté/Oakley/Gatorade/Unimed Taubaté.

“A água estava muito geláda (aproximandamente 9ºC) e, no meio da etapa, o mar virou e ficou muito revolto com um vento tão forte como eu nunca vi nada igual nestes 20 anos no triathlon”, relatou o experiente Pimentel que tem aproximadamente 300 competições na carreira, incluíndo a conclusão de 17 provas de Ironman. “As marolas eram como se você levasse alguns tapas na cara o tempo todo, além spray causado pelo vento e a forte correnteza. Fiz muita força para vencer estes 3km, mas consegui sair da etapa da natação com o segundo pelotão, cerca de 2 minutos atrás do primeiro grupo”, acrescentou.
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A prova tinha mal começado e o drama de Alessandro Pimentel aumentava: “Ao sair da água minhas pernas estavam duras, fiquei muito tonto e ainda com quase uma hipotermia. Fui para o ciclismo com o percurso de 80km (4 voltas no circuito de 20km) sob vento forte, o clima estava parecido com o do Ironman de Lanzarotte, considerado o mais cruel do mundo, pois o vento soprava de todas as direções, mas consegui estar entre os primeiros no pelotão“, afirmou Pimentel que completou o trajeto em 2 horas e 10 minutos.

Na última etapa de corrida, Pimentel sentiu o esforço inicial da natação, porém resistiu bravamente pelos 20km de percurso. “Nos 5km iniciais tive que reduzir um pouco o ritmo, pois estava sentindo muito o desgaste da água geláda. Foi muito cruel, pois na maioria das competições com água muito geláda eu não me sinto bem. Me reestabeleci na prova e fechei os 20km com 1 hora e 40 minutos”, disse Alessandro que completou a prova em 4 horas e 50 minutos e 16 segundos, conquistando a 24ª colocação, sendo também o segundo melhor triatleta das Américas em sua categoria.
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“Pelo tanto que treinei, não foi o melhor resultado, mas estou feliz pois foi muito duro mesmo e consegui uma posição melhor no mundial de 2006, que também foi realizado em Perth, em que obtive o top 25″, analisou o brasileiro que independente do resultado, passou por uma experiência memorável neste Mundial. “Tive a maior alegria e reconhecimento de minha vida dentro e fora das pistas e isso gratifica todo meu esforço”.
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No sábado durante a apresentação das delegações do Mundial foi realizado o campeonato nacional das escolas da Austrália. “Assistimos a prova das crianças e adolescentes, que contou com a presença do bicampeão do Ironman, o australiano Craig Alexander, que premiou os atletas e distribuiu autógrafos”, lembrou Pimentel que acompanhava a prova ao lado do amigo Vitor Carrara.
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“Quando estávamos ao lado do locutor oficial da ITU, ele me chamou ao microfone perante todas as pessoas e delegacoes e me fez um agradecimento por estar competindo na Austrália. Eu agradeci também e voltei para a platéia. Só que quando me sentei todas as mil crianças, aproximadamente, vieram pedir autógrafos e pedir para tirar fotos. Foi o máximo, uma gratificação maravilhosa realmente um momento marcante em minha vida. Muitos deles vieram com as medalhas conquistadas no campeonato nacional pedindo para eu autografar: camisetas, cadernos e agendas, assim como muitas fotos. Depois eu até fui comprimentado pelo Craig Alexander, onde tiramos algumas fotos e conversamos”, registrou para sempre Alessandro Pimentel.
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Após esta grata experiência, o triatleta retomará o foco para o Troféu Brasil de Triathlon e também para o Pan-americano na Colômbia, que acontece no próximo mês. “Realmente só tenho que agradecer. Sei que estou um pouco triste, pois esperava estar no pódio ou ao menos estar entre os top 10, mas sei que no próximo ano vou ter um grande projeto internacional e estas experiencias só vão contribuir positivamente para minha carreira e para os meus parceiros e colaboradores”.

Craig

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Alessandro Pimentel conta com o suporte da Pedal Power/Specialized/SRAM/Milclean/Supratur/Rápido Taubaté/Prefeitura de Taubaté/Oakley/Gatorade/Unimed Taubaté.
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O site oficial do atleta é: www.alessandropimentel.com

Fonte: Specialized Brasil / MBike Comunicação (www.bikenamidia.com)
Fotos: Divulgação

O site britânico Bike Rumor (www.bikerumor.com), publicou há 2 meses uma excelente entrevista com o gerente global de marketing da Specialized, Nicolas Sims. A conversa com o inglês “Nic” Sims ainda contou com perguntas enviadas pelos leitores que interrogaram o profissional sobre a administração e as aventuras de comandar uma das maiores empresas da indústria mundial da bicicleta.

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1- Poderia explicar resumidamente o que faz um Gerente de Marketing Global?

NIC: Eu admito que eu faço a função de Relações Públicas (RP) para o marketing global, além do que o título de “Gerente de Marketing Global” soa muito bem. Meu trabalho envolve todos os tipos de mídia, no entanto, eu cuido mais das mídias relacionadas com a bicicleta (especializadas), assim como das apresentações em televisões, que lido com pessoas “Vips” ou nos eventos, como Tour de France e Tour da California. Minha função é colocar a marca da Specialized visível ao público, além de trazer/atrair novos consumidores de outras áreas. Eu também vou trabalhar com vários atletas do motociclismo para criar destaque à Specialized em outras publicações que não estão relacionadas à bicicleta, além de eventos como Moto GP etc.


2- Administrar o marketing de todo o mundo parece muito trabalho para uma pessoa só…muitas das grandes empresas têm uma ou mais pessoas por cada país. Como você consegue gerenciar tudo isso?

NIC: A grande coisa da Specialized é que a empresa é como uma família. Eu trabalho com uma equipe de 16 pessoas em nosso departamento de marketing global. Cada um tem uma função específica, lidando com mídias sociais, como Facebook ou Twitter; atualizando nossos websites: www.specialized.com e www.iamspecialized.com, com fotos, vídeos e as últimas notícias da imprensa. E se alguém precisar de uma ajuda extra, sempre tem pessoas para colaborar. Como uma equipe, nós ficamos encarregados de fornecer todo material de marketing para todos nossos subsidiários e distribuidores para que eles usem no próprio marketing. Então, com um time tão bom como esse, fica fácil de manter o foco em áreas específicas.


3 – Na sua opinião, qual é o ponto mais importante para garantir o sucesso e crescimento da marca Specialized?

NIC: Para mim, a coisa mais importante da Specialized são as pessoas que fazem parte da equipe. Elas demonstram o que nós somos, além do que fazemos ótimas bicicletas para pedalar. Nós somos uma grande empresa, mas se você já teve a oportunidade de nos visitar vai perceber que a companhia não tem o clima de uma grande corporação… Tudo está sempre relacionado à pedalada (pilotagem) e acho que é isso que representa nossos produtos. Participando dos eventos, como Crankworx, deixando as pessoas verem e testar as novas bikes, facilitar o encontro com os engenheiros, e pedalar ao lado dos funcionários da companhia, acho que são várias maneiras de mostrar às pessoas a nossa paixão pelo ciclismo e os pensamentos que fazem parte do desenvolvimento de cada parte ou design. E também, obviamente, recebendo os comentários da imprensa, pois se as pessoas lerem um bom artigo ou comentário sobre os produtos, quando eles forem até as lojas e avistar a sapatilha ou a bicicleta que lerem a respeito, eles vão dar preferência para olhar para aqueles produtos primeiro.

Nic observa de perto os atletas e equipes

Nic observa de perto os atletas e equipes



4 – Qual é seu histórico? Como foi parar neste cargo?

NIC: Eu era mecânico numa bikeshop na Inglaterra e como a maioria das pessoas da indústria, isso era meu hobby e meu trabalho. Então quando o gerente da loja foi trabalhar na Specialized UK (filial britânica), na época, isso era o início da Specialized UK em 1989, ele me chamou e perguntou se eu queria trabalhar na Specialized. Bom, para um cara jovem de uma bikeshop que estava acostumado a ler todas as revistas americanas, como Mountain Bike Action, além de trabalhar com os produtos Specialized na loja, eu pulei de alegria e disse: “Ahm sim! Quando, aonde e o que vou fazer?” Então eu comecei fazendo o atendimento ao consumidor para Grã Bretanha e também era o mecânico da equipe inglesa da Specialized. Depois de 6 meses de férias na Califórnia, em 91, eu pensei: “Eu poderia viver aqui…todos os esportes que pratico estão aqui e as pessoas são legais”. Depois que voltei pra Inglaterra eu estava disposto a pedir uma transferência assim que tivesse uma vaga disponível. Quando eu consegui ir pros EUA, fiz o atendimento ao consumidor para Costa Leste por 3 anos, quando mudei de posição ao abrir uma vaga no departamento de “Pesquisa & Desenvolvimento” (R&D) e também fazia toda parte de suporte aos atletas, que significava que eu era o responsável por construir protótipos e dar retorno (feedback) aos engenheiros e gerentes de produtos da empresa, além do que tinha que cuidar e providenciar todas as necessidades dos times e atletas. Então, três anos atrás abriu uma posição no marketing e pensei porque não tentar algo novo? Eu consegui a vaga e aqui estou eu. Uma coisa boa da Specialized é que eles gostam de colocar as melhores pessoas para trabalhar na equipe, mas eles gostam de manter as pessoas na companhia e promovê-los, então sempre existe a possibilidade de circular e tentar novas posições, como eu mesmo fiz.
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5 – Com que frequência você viajar doméstica e internacionalmente?

NIC: Este ano tiveram muitas viagens nacionais para comparecer em eventos como o Tour da California, Sea Otter e outras viagens para visitar publicações, além disso eu fiz 7 viagens para a Europa para apresentação de lançamentos e competições. Acho que fiquei fora pelo menos uma semana por cada mês. Mas eu tenho certeza que minha esposa pode te dar o número exato.


6 – Ao fazer uma análise mais profunda nos produtos que a Specialized oferece, é possível manter a inovação tecnológica em todos os produtos?

NIC: Sim e não. Eu penso se você ama o esporte e é um afficionado por bicicleta como nós somos na Specialized você pode sempre relembrar as coisas que você foi apaixonado. A parte difícil é tentar manter a cabeça em que ano estamos, pois ainda vivemos em 2009 e recentemente lançamos nossa linha 2010 e os engenheiros já estão trabalhando as linhas 2011 para frente.

Quick Step no Paris Roubaix

Quick Step no Paris Roubaix



7 – Qual é a melhor parte do seu trabalho?

NIC: As bicicletas e as pessoas que eu encontro. Eu gosto de viajar para os eventos e compartilhar minha paixão no ciclismo com as pessoas, além de poder pedalar com nossos consumidores e a imprensa para ajudá-los, e assim, presenciar a verdadeira apreciação que eles têm pelos produtos. Eu tenho emprestado bicicletas para pessoas competirem quando, por exemplo, eles têm a bicicleta quebrada. Eles sempre dizem:”Tem certeza que tudo bem? Essa é uma S-Works!” E sempre respondo: “Claro que sim, por favor, use nossa bicicleta, é para isso que a construímos”.

8 – Qual é a pior parte do seu trabalho?

NIC: Viajar é uma parte boa, mas também é uma parte difícil por ficar longe da minha família. Tenho duas crianças (Molly e Charlie) e eles crescem muito rápido e perco muitas coisas.

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9 – Quantas bicicletas você tem e qual é sua favorita?

NIC: Bom, não tenho certeza. Como todo fanático por bicicleta eu tenho partes e rodas espalhadas por toda casa, mas eu tenho duas bicicletas de estrada, já que preciso ter uma bike em casa e outra no escritório, uma cross bike (ciclocross) e duas mountain bikes porque alguém pode vir visitar, por isso preciso de uma extra para emprestar. Também tenho 2 tandems (dois lugares) e a garagem não seria completa sem uma motocicleta (KTM STX). Eu não tenho uma favorita, mas provavelmente eu uso mais as bicicletas de estrada, o que significa que toda vez que pedalo minha mountain bike eu viro uma criança feliz.

PERGUNTAS DOS LEITORES

10 – Referente ao Body Geometry, você tem uma equipe interna para lidar com a ergonomia que desenvolve os produtos ou você trabalha com profissionais externos? Vocês publicam os relatórios com os resultados de como esses produtos trabalham?

NIC: Sobre o Body Geometry nós trabalhamos com alguns profissionais de diferentes especialidades em cada área. Para selims e manoplas nós trabalhamos com o Dr. Roger Minkow que tem ajudado a desenvolver poltronas de aviões para Boeing, além de Dr. Andy Pruit do Centro de Medicina Esportiva de Boulder. Com Pruit nós desenvolvemos nosso sistema BG Fit e as sapatalhas/palmilhas. E sim, nós publicamos nossas descobertas, por meio do Dr. Minkow e Dr. Pruit, ambos inclusive com publicações em jornais de medicina.

Globe Roll

Globe Roll

11 – Com a marca Globe, a empresa desenvolveu uma linha de produtos específica para o público que utiliza a bicicleta para o meio de transporte. Por que usar uma marca nova ? Por quê não utilizar a mesma marca Specialized ?

NIC: Globe é um ótimo projeto. A diferença das marcas é porque as pessoas deste mercado não estão ligadas as grandes marcas ou acostumadas as logomarcas. O perfil do usuário da bicicleta como meio de transporte quer uma bike prática que seja divertida para pedalar e tenha um visual moderno que ele possa apreciar. Se você prestar atenção nas bicicletas usadas nas cidades, elas estão sempre com os quadros cobertos por fitas adesivas ou pintadas sem evidenciar nenhuma logomarca. E é isso que a Globe tem feito, como nos modelos Roll, Live e Haul, que têm cores mais simples e com apelo fashion, para que as bicicletas sejam divertidas para pedalar. Em conversas com revendedores e grupos específicos deste mercado, nós decidimos que a Globe seria uma marca própria, que mantém a mesma qualidade, funcionalidade e boa aparência da Specialized, sem possuir grandes logomarcas no tubo inferior.


12 – Existem planos para bicicletas com aros 650?

NIC: Não, nenhuma previsão por enquanto pois ainda não acreditamos que existe grande benefício nas rodas 650.


13 – O que uma pessoa qualquer pode fazer para trabalhar na Specialized?

NIC: A melhor maneira de conseguir uma vaga é verificar o website specialized.com e contatar nosso departamento de Recursos Humanos. Ou se você conhece alguma pessoa na empresa ela pode entregar seu currículo para a pessoa certa. Continue sempre tentando, pois é um ótimo lugar para trabalhar, divertido e ainda você será pago para isso.


14 – Você considera a marca de rodas Roval um sucesso? A marca atingiu as expectativas? Qual é o prognóstico para o futuro do design da Rapid Star?

NIC: Roval é um projeto que continua crescendo. Agora se está sendo um sucesso? Eu diria sim para algumas áreas. É difícil para qualquer empresa entrar no mercado de rodas já que você tem que competir com marcas como: Mavic, Zipp etc. Nós estamos constantemente aprendendo com o programa Roval, com feedbacks do time de mountain bike e com a equipe belga Quick-Step. O projeto do design da Roval Star tem bastante potencial como comprovamos nos testes em túneis de vento. O time Quick-Step utiliza essa roda nas bicicletas de contrarrelógio e Tom Boonen usou ela na vitória por sprint no Tour da California. Eu acredito que a Rapid Star vai continuar em nossa linha, mas ainda precisa de mais atletas a utilizar em contrarrelógios e nos triathlons para as pessoas verem os benefícios.


15 – Qual é a porcentagem de marketing que a Specialized utiliza para o mercado de massa, propaganda para os consumidores versus o patrocínio de equipes/atletas?

NIC: Nós temos o departamento de marketing nos EUA que gasta muito dinheiro para ajudar nossos revendedores a ter a marca reconhecida com anúncios e ações nas lojas. Para o marketing global, nós gastamos muito com propagandas na mídia, seja com revistas ou TV’s. No marketing esportivo nós temos um orçamento grandioso para apoiar times profissionais e atletas individuais, o que exige muito tempo, esforço e equipamentos.

Shaun Palmer e Sam Hill treinando motocross

Shaun Palmer e Sam Hill treinando motocross

16 – Existem planos para desenvolver bicicletas elétricas?

NIC: Nenhum plano ainda, mas a empresa está sempre de olho em todas as áreas do ciclismo, dentro dos EUA e o que anda acontecendo no mundo afora. Nós não faremos uma bicicleta elétrica até poder trazer à mesa algo novo ou que oferece um benefício significante para o público.


17 – Por que a Specialized demorou tanto para entrar no mercado das rodas grandes (aro 29) para MTB?

NIC: Na verdade é algo que estamos trabalhando há algum tempo. Nós queríamos ter certeza que não era uma moda passageira e que pudéssemos realmente inovar com relação do que já existia. Para nós, se vamos colocar o nome Stumpjumper numa bicicleta, temos que garantir que a bicicleta seja de alta qualidade e ofereça ótimo desempenho, como já é a tradição da linha Stumpjumper. Então, nós testamos muitas “29ers” até encontrar a geometria ideal, por isso nós inserimos na linha 2010 os modelos Stumpjumper HT carbon (hardtail) e a Epic, que demonstram o tempo e as inovações que aprendemos, além de serem muito atraentes. Eu não estou apenas dizendo isso, você pode experimentá-las!

Velódromo na final do Paris-Roubaix 2009

Velódromo na final do Paris-Roubaix 2009


18 – O que acontece com as bicicletas da equipe quando o ciclista deixa o time? Elas pertencem aos atletas, ao time ou à Specialzed?

NIC: Geralmente o atleta vai usar a bicicleta até ele receber uma nova do time. No começo da temporada, nós realizamos treinamentos (Trainning Camps) com as bicicletas novas e você pode perceber nas fotos que nem todos usam a mesma bicicleta. Na verdade, de quem é a bicicleta depende do contrato de cada um. Nós tentamos sempre fornecer as bicicletas aos times logo no começo da temporada, no final de dezembro ou no início de janeiro.

19 – O amortecedor traseiro BRAIN gera mais manutenção do que outras marcas? Você acha que os aspectos tecnológicos dos amortecedores dificultam a regulagem correta, criando uma falsa impressão que os amortecedores não funcionam bem?

NIC: Essa é uma boa questão. Com o amortecedor traseiro BRAIN nós tivemos alguns problemas como qualquer outro. Eu não sei se o Brain gera mais manutenção do que os outros, nós temos tido algumas questões e sempre fizemos de tudo para resolver. Se qualquer um tiver algum problema, nosso departamento de atendimento ao consumidor vai fazer de tudo para solucionar o mais rápido possível. Com relação aos ajustes, não acho que o Brain seja mais difícil do que qualquer outro. Se as pessoas lerem o manual de instruções ou assistirem os vídeos em nosso webiste que explicam as regulagens irá constatar que é bastante simples. Eu acredito que uma regulagem imprópria na suspensão de qualquer marca pode comprometer a bicicleta, por isso é importante fazer o ajuste ideal, inclusive com todo o equipamento que você usa para pedalar (mochila, ferramentas etc), assim você terá o SAG correto.


20 – A Specialized faz praticamente tudo que liga o ciclista com a bicicleta, qual é o próximo lançamento? Seria um medidor de potência?

NIC: Não sei dizer o que virá a seguir, mas tenho certeza que será coisa boa. Sobre os medidores de potência, nosso novo ciclo-computador vai funcionar/conectar com os sistemas sem fio já disponíveis no mercado, como os medidores de potência Power Tap e SRM.


21- O que a Specialized tem feito para ser mais verde? Existem programas ou compromissos que privilegiam o meio ambiente ou ajudem a reduzir o impacto?

NIC: As questões ambientais significam muito para a Specialized. Nós procuramos focar em áreas que podem realmente melhorar as coisas. Alguns podem dizer que é apenas uma pequena parcela, mas isso ajuda se cada um fizer sua parte. Por exemplo, na empresa nós temos sensores que desligam as luzes quando as pessoas não estão nas salas. Nós também aproveitamos bastante a luz natural para reduzir o uso da energia. Nós ainda temos um furgão que transporta as pessoas de casa para o trabalho. E, se você pedalar para o trabalho, você pode inserir em nosso sistema suas milhas e a empresa paga um dólar por cada milha (1.6 quilômetro) percorrida pela funcionário. Todas as nossas caramanholas e quadros antigos são reciclados, além disso temos um programa para reciclagem dos pneus. Enfim, nós tentamos fazer esforços para ser mais conscientes naquilo que fazemos. Nós também temos uma pessoa que ajuda as lojas e os distribuidores a lidar com tais questões.

OBS. A reportagem foi postada em agosto de 2009 e já recebeu mais de 2 mil acessos.

Fonte: Tyler Benedict / Bike Rumor
Link original: http://www.bikerumor.com/2009/08/17/bikerumor-interview-specialized-global-marketing-manager-nic-sims/
Tradução: Specialized Brasil / MBike Comunicação (www.bikenamidia.com)
Fotos: Divulgação / Specialized.com 

Evento voltado aos empresários do segmento de bicicletas acontece entre os dias 25 a 28 de outubro, em São Paulo (SP)

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21 de outubro de 2009 – A equipe da Proparts, responsável no Brasil pelas marcas: SRAM, Specialized, RockShox, Avid e Truvativ, estará presente na feira Bike Expo Brasil 2009, único evento destinado exclusivamente à indústria da bicicleta no país. O Bike Expo Brasil acontecerá entre os dias 26 e 28 de outubro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (www.convencoesfreicaneca.com.br).

À Proparts, além de apresentar os últimos lançamentos, também ministrará palestras técnicas, comandadas pelo Diretor Técnico, Daniel Aliperti, empresário do ramo de bicicletas desde 89, formado em mecânica avançada nos Estados Unidos. Aliperti pedala desde 87 e já participou de inúmeras competições no Brasil e exterior, como Cactus Cup e Sea Otter Classic (EUA) e a ultramaratona Cape Epic (África do Sul).

O destaque do Bike Expo Brasil será o “Demo Day”, no Hotel Quality SerrAzul, em Itupeva (SP), onde os visitantes terão a oportunidade de experimentar os principais lançamentos da feira. O horário do Demo Day será das 10h às 14h.

Para cadastrar sua participação nas palestras da Proparts (SRAM e Specialized – esta exclusiva apenas para revendedores da marca), por favor, entrar em contato com a Vanessa, no telefone (11) 3040 4808 ou por: mkt@proparts.esp.br

A Bike Expo Brasil 2009 é uma promoção do Sampa Bikers, com organização da MKT Markting Solutions e apoio da Aliança Bike. Mais informações sobre a feira no site www.bikeexpobrasil.com.br

Confira os horários das palestras:

Dia 26/10 – SRAM – 10:30 às 12:30
Dia 27/10 – SPECIALIZED – 10:15 às 12:15 e 13:30 às 15:30
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Mais informações sobre à Proparts,: http://blog.proparts.esp.br

Mais informações sobre à Specialized: http://www.specialized.com.br

Fonte: Specialized Brasil / MBike Comunicação (www.bikenamidia.com)

Specialized Brasil fica com o título com Roberta Stopa e com o vice com Hugo Pradoneto

20 de outubro de 2009 – A 17ª edição do Iron Biker Brasil 2009 foi bastante dura e com disputas acirrdadas. O circuito pesado de 2 dias de prova, com o percurso total de 130km, aproximandamente, disputados em Ouro Preto e Mariana/MG, exigiu muita garra e resistência dos atletas da Specialized Brasil.
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“Iron é Iron! Cada ano um percurso diferente e surpreendente, tornando-se nosso principal adversário. A prova foi dura, pra gente que gosta estava boa. Me senti muito bem, pedalei forte, sem afogar, sem imprevistos e sem problemas mecânicos”, comentou a campeã geral, Roberta Stopa (Specialized/ Proshock/OCE/Água Mineral Xuá).

No primeiro dia, as disputas foram acirradas entre entre Hugo Pradoneto (OCE-Specialized-Empac-Damatta) e Robson Ferreria, da mesma forma entre Roberta Stopa e Erika Gramiscelli. “Até o 38km, onde os atletas poderiam receber apoio de suas equipes, as duas duplas revezavam a ponta. Inclusive foi narrado pelo locutor do evento a escapada das duplas e a alternância de posições,” lembrou Maria Elisa Duarte, assessora de Stopa.

“Aproximadamente nos 55km a 60km onde vieram as últimas subidas pra chegada, Erika imprimiu um ritmo fortíssimo e foi embora e eu não consegui acompanha-la mais, porém senti que meu desempenho continuava da mesma forma, nesse caso, progresivo e constante, mesmo assim não deu pra faturar o primeirão, mas esse vice tá com gostinho de vitória. Posso dizer que completei hoje, uma das melhores provas da temporada 2009″, explicou Roberta que não desistiu do título e foi com força total no domingo, mantendo a seguinte estratégia na mente. “A estratégia era marcar a Ju (Julyana Machado) que ganhou o título de campeã brasileira de maratona a menos de um mês”, acrescentou.

“Hoje (ontem, domingo 18/10) minha estratégia foi ir para cima, larguei dando tudo o que eu tinha, contei com o apoio do pessoal que passava por mim na trilha. Agradeço também a Juju (Julyana Machado), pois além da minha vitória, dependia do segundo lugar. E quando ela soube que estava em segundo, veio com tudo para me ajudar. Estou muito feliz, foi um desafio para mim”, revelou Stopa ao site Webventure que realizou a cobertura online oficial do evento.

“Não tenho palavras para agradecer o incentivo do público presente. É um dos fatores gratificantes no meu trabalho. Obrigada mesmo! Aos meus patrocinadores dedico essas vibrações positivas que recebi, e agradecimentos eternos”, agradece a campeão que teve um excelente final de temporada, com a conquista do Big Biker Cup e agora do IRON.

No masculino, a briga pelo título entre Hugo Pradoneto e Robson Ferreira foi emocionante. Hugo venceu o Desafio Mona-vie (prova urbana) na sexta-feira, em Ouro Preto. Depois conquistou o vice numa etapa duríssima de 74km e repetiu o bom desempenho no último dia de evento, nos 53km de prova.

“O Robson abriu e fiquei no pelotão, que era mais seguro. Fiquei muito satisfeito com o resultado, a prova foi realmente muito forte. Era para eu ser campeão, pois o Desafio Mona-Vie ia contar pontos para a prova, e eu acabei ajudando a mudar a classificação na sexta-feira (todos os competidores ganharam um ponto por participarem). Mas ta valendo, estou feliz”, contou Prado Neto ao site Webventure.

Mais informações sobre as bicicletas utilizadas (S-Works Epic e ERA) pela equipe Specialized Brasil, acesse: www.specialized.com.br

Classificação Final do Iron Biker Brasil 2009:

Elite Masculina
1) Robson Ferreira – 62 pontos
2) Hugo Pradoneto (OCE-Specialized-Empac-Damatta) – 56 pontos
3) Edivando Souza Cruz – 47 pontos

Elite Feminina
1) Roberta Stopa (Specialized/ Proshock/OCE/Água Mineral Xuá) – 59 pontos
2) Érika Gramiscelli – 56 pontos
3) Julyana Machado – 53 pontos

Fonte: Specialized Brasil Press/ com informações de Bruna Didario
Fotos: Maria Elisa Diuarte

Alimentado por MídiaBikecomunica (www.bikenamidia.com)

A ciclista Julyana Machado ficou com o vice no segundo dia de prova e terminou em terceira na classificação final do Iron Biker Brasil 2009

Julyana Machado
20 de outubro de 2009 – A equipe Sundown Joinville de MTB conquistou bons resultados na 17ª edição do Iron Biker Brasil 2009, especialmente Julyana Machado (Sundown Bikes/UDF-Centro Universitário), que em sua décima participação no evento, após dois teceiros lugares, terminou com o vice no último dia de prova, e assim, terminou em terceira na classificação final na categoria elite.

Um dado curioso é que Julyana Machado competiu com o óculos idêntico ao do velocista britânico, Mark Cavendish, proporcionando psicologicamente uma ajuda extra à atleta: “Hoje (ontem, 18/10) terminei a prova em 2h35, ontem estava mal, minhas pernas travaram. Acordei super bem disposta e resolvi ir com tudo. Ajudei a Roberta mesmo, é uma pessoa muito legal e ela merece”, declarou Machado ao site Webventure, responsável pela cobertura online oficial.

No masculino,a equipe Sundown Joinville de MTB, também conseguiu um bom desempenho, liderado pelo atleta Ricardo Pscheidt, que sagrou-se bicampeão da Volta de Santa Catarina em Mountain Bike na semana anterior. Pscheidt terminou em 5ª lugar na classificação geral do Iron, a frente do lendário ciclista americano, Tinker Juarez. Já seus companheiros: Sherman Trezza de Paiva e Abraão Azevedo, também pedalaram forte. O jovem Sherman (sub-23), disputou a prova na categoria profissional e se deu bem, com o nono lugar. O experiente Abraão Azevedo terminou em Top 12, com um total de 28 pontos conquistados.

A Equipe Sundown Joinville de MTB tem o patrocínio da Sundown Bikes; Governo de Joinville; Da Matta; GIRO , Troy Lee Designs, Mega Energy Drink e Shimano.  Para maiores informações acesse: http://www.sundownbike.com.br

Fonte: MBike Comunicação (www.bikenamidia.com)
Fotos: PPPress

Vitória “escapa” das pernas dos atletas da Specialized Brasil na 1ª etapa em Ouro Preto/MG

O primeiro dia do Iron Biker Brasil 2009 foi muito duro para todos atletas. A chuva deixou o percurso de 74km mais pesado, exigindo muita força e resistência.
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Os ciclistas da equipe Specialized Brasil, Hugo Pradoneto e Roberta Stopa,após acelerarem forte no Desafio Mona-vie, na sexta-feira, ambos foram vice-campeões nas respectivas categorias (Elite).

Para Hugo (OCE-Specialized-Empac-Damatta):“A disputa foi forte, mas senti cansaço. Estava forte, tomei picadas de abelha, perdi minha água no caminho, mas no geral fui bem. Achei que teria mais lama, o percurso foi bem seletivo no início. No fim que senti dores no corpo, e amanhã ainda tenho chance”, analisou o ciclista em declaração ao site Webventure que realiza a cobertura online oficial do evento.

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No feminino, a mountain biker Roberta Stopa (Specialized/ Proshock/OCE/Água Mineral Xuá) pedalou forte, liderou, mas foi alcançada por Erika Grasmicelli. “O percurso é muito bom, impus um forte ritmo mas a Érika conseguiu me passar faltando uns 20 quilômetros para o fim. Não tem como ter moleza, é uma prova forte, e estou feliz com o segundo lugar, pois só acaba amanhã a competição. Quero vencer amanhã para levar uma vitória”, comentou Stopa.

A prova segue no domingo (17/10) para a cidade de Mariana, com mais 53 km de percurso, que promete ser novamente com muita lama para aumentar o duelo pelo título.

Mais informações sobre as bicicletas utilizadas (S-Works Epic e ERA) pela equipe Specialized Brasil, acesse: www.specialized.com.br

Resultados Elite Masculino
1) Robson Ferreira – 3h24min39
2) Hugo Prado Neto – 3h30min01
3) Uirá Ribeiro – 3h35min50
4) Edivando Souza Cruz – 3h38min07
5) David Tinker Juarez – 3h38min12

1) Érika Gramiscelli – 4h43mi48
2) Roberta Stopa – 4h51min39
3) Julyana Machado – 5h03min27

Fonte: Specialized Brasil Press/ com informações de Bruna Didario
Foto: Maria Elisa Duarte
Alimentado por MídiaBikecomunica (www.bikenamidia.com)

Sundown Bikes no Iron Biker Brasil 2009

Posted by admin On outubro - 17 - 2009 ADD COMMENTS

Julyana Machado conquista duas medalhas de bronze em dois dias de desafios em Ouro Preto/MG

17 de outubro de 2009 – A equipe Sundown Joinville de MTB vem obtendo bons resultados na 17ª edição do Iron Biker Brasil 2009, especialmente Julyana Machado (Sundown Bikes/UDF-Centro Universitário), que em sua décima participação no evento, terminou por duas vezes na terceira colocação na categoria elite.
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Na noite de sexta-feira (16/10), a ciclista da equipe Sundown Bikes disputou o Desafio Mona-vie, numa corrida urbana no centro histórico de Ouro Preto/MG. No sábado, a etapa do Iron Biker Brasil 2009 foi muito dura para todos atletas. A chuva deixou o percurso de 74km mais pesado, exigindo muita força e resistência. Julyana completou o percuso em pouco mais de cinco horas.

Em breve mais informações e resultados da equipe Sundown Joinville de MTB, que ainda é formada por Ricardo Pscheidt, Abraão Azevedo, Sherman Trezza de Paiva, João Paulo Firmino Pereira e Jane Porfírio.

Julyana Machado IB2009

A Equipe Sundown Joinville de MTB tem o patrocínio da Sundown Bikes; Governo de Joinville; Da Matta; GIRO , Troy Lee Designs, Mega Energy Drink e Shimano.  Para maiores informações acesse: http://www.sundownbike.com.br

Fonte: MBike Comunicação (www.bikenamidia.com)
Fotos: PPPress

Specialized começa bem o Iron Biker Brasil 2009

Posted by admin On outubro - 17 - 2009 ADD COMMENTS

Atletas da Specialized Brasil, Hugo Pradoneto e Roberta Stopa destacam-se no desafio noturno pelas ladeiras históricas de Ouro Preto-MG

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17 de outubro de 2009 – Os ciclistas da equipe Specialized Brasil, Hugo Pradoneto e Roberta Stopa, conquistaram ótimas colocações no primeiro desafio do Iron Biker Brasil 2009. Hugo venceu de ponta a ponta na elite masculina, enquanto Roberta deu show e terminou na segunda posição na elite feminina.

A competição noturna pelas ladeiras históricas da Vila Rica (antigo nome da atual Ouro Preto) aconteceu nesta sexta-feira -dia 16 de outubro- com a largada dada às 19:30 horas na Praça Tiradentes. Devido a permanência da chuva que deixou o piso de paralelepípedos bastante escorregadio, o clima ficou tenso e muitos atletas temendo por quedas e acidentes, optaram por não competir.

Já os atletas mineiros da Specialized, aproveitaram as condições adversas para dar um espetáculo no curto circuito de aproximadamente 2km.
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“Ainda na primeira volta, quando o motoqueiro estava impondo o ritmo, a elite masculina distanciou um pouco. Consegui assumir a liderança do pelotão das meninas e abrindo a segunda volta a adversária me passou e fomos juntas até a chegada. Na última subida forcei um ataque e percebi que não obteria sucesso e o melhor seria segurar a força para não estourar a musculatura em vão. Realizei uma ótima prova e amanhã tem mais”, comentou Roberta Stopa (Specialized/ Proshock/OCE/Água Mineral Xuá) que recebeu a bandeirada depois de aproximadamente 10 segundos da Erika Gramiscelli.

No masculino, Hugo Prado Neto (OCE-Specialized-Empac-Damatta) saiu forte e ditou o ritmo da prova. Hugo venceu de ponta a ponta, seguido por Robson Ferreira e mais atrás, pelo americano Alex Grant. A corrida urbana além de entreter o público, servirá como critério de desempate, caso haja necessidade durantes as disputas que seguem no final de semana.

“Prova com chuva, pretendia pegar leve, mas como larguei na frente e atrás da moto, resolvi ficar na frente sozinho mesmo. Melhor que ficar no pelotão e acontecer alguma coisa. Foi uma prova que usei para esquentar as pernas para amanhã, foi tão rápido que não deu nem para pensar.”, declarou o vencedor ao site Webventure (Link da notícia no http://www.webventure.com.br/bike/conteudo/noticias/index/id/26859/plk/COBERTURA_IRONBIKER2009).

No sábado, os ciclistas percorrerão 74 km de trilhas e montanhas até a bandeirada final ainda em Ouro Preto. Já no domingo, os atletas de ferro terão mais 53 km com a chegada na Praça da Estação, em Mariana.

Mais informações sobre os atletas da equipe Specialized Brasil como encontra no site http://www.specialized.com.br ou no blog da Proparts: http://blog.proparts.esp.br

Fonte: Specialized Brasil – MBike Comunicação / com a colaboração de Maria Elisa Duarte
Fotos: Maria Elisa Duarte

FREERIDE E DIVERSÃO NAS MONTANHAS MÍTICAS DO PERU

Posted by admin On outubro - 16 - 2009 ADD COMMENTS

Grupo de brasileiros encara uma viagem inesquecível com mais de 300km de downhill equipados com Specialized Big Hit 3

16 de outubro de 2009 – No mundo do surfe é muito comum os amigos se reunirem para viajar em busca de ondas perfeitas, as chamadas “surf trips”. E isso não é privilégio apenas dos atletas profissionais, pelo contrário, os amadores são os que se divertem neste tipo de jornada. E como não podia ser diferente, no mundo do mountain bike, esta prática de reunir os amigos para pedalar por “montanhas perfeitas” mundo afora é um fenômeno crescente.
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O grupo de brasileiros realizou este sonho de pilotar bikes de freeride/downhill nas montanhas míticas do Peru. “Fomos em 10 amigos que gostam de praticar o downhill extremo”, disse Carlos Lazzaro, que pilotou uma Specialized Big Hit 3, ano 2009, cedida pela Specialized Brasil. No grupo ainda continha uma Specialized Big Hit 2, além de outras bikes para freeride.

A viagem durou no total 7 dias, sendo 6 de pedal: “Andamos quase 300 quilômetros, somente por descidas técnicas, quase sempre na região leste do país, onde ficam as montanhas mais altas do Peru”, relata Lazzaro. “Passamos por desertos, túmulos do período pré-inca, aldeias totalmente isoladas, trilhas Incas, além de cruzar com vários nômades que até hoje habitam a região”, resume.
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Além da grata experiência de pedalar por locais novos e se divertir na companhia dos amigos, esta “bike trip” percorreu três locais de destaque:

Olleros: “Este é um dos primeiros grandes downhills nos Andes, descoberto por pilotos locais. Está localizado a 230 km a leste da capital Lima sobre o Vale de Lurin, a uma altitude de 3.250m. Neste dia fizemos descidas com mais de 20 km de puro singletrack. Esta trilha termina na praia, nas águas frias do Oceano Pacífico, onde foi possível tomar um banho refrescante e comer o prato mais tradicional do Peru: o ceviche”, explica Carlos. 

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Marcahuasi: “Saímos de Lima e viajamos por 6 horas até San Pedro de Casta ( 3.150m). Este lugar é especial por muitas razões: o topo da montanha é uma bela floresta de pedra com lotes de Zoomorphic e Anthropomorphic (figuras esculpidas na rocha)”, declara Lazzaro que revela o misticismo do lugar: “O lugar é considerado um ponto de contato com outros mundos, onde os Xamãs e os Curandeiros fazem seus rituais”, dispara o piloto que acrescentou: “Após chegarmos ao povoado, ainda subimos por mais 2 horas a cavalo até o topo da montanha, a 4.200 metros de altura!” Com tudo isso, a descida só podia ser inesquecível: “passamos por túmulos pré-incas, lagos a mais de 4.000 metros de altura e descemos por trilhas com muitas pedras até a cidade de Santa Eulália Huinco”, lembra.

Cusco: “Esta cidade foi a capital do Império Inca por centenas de anos, até os espanhóis chegarem a região e destruírem a maioria dos templos, explica Lazarro que chegou a pilotar numa montanha coberta por neve. “Na região de Cusco, andamos nas localidades de: Lares, Chinchero, Yuncaypata, Maras e Pisac. E também fizemos por duas vezes a trilha do Mega Avalanhce, onde é disputada todo ano uma corrida de downhill, onde todos os competidores largam juntos!”

A viagem foi inesquecível e para sua realização contou com toda estrutura local e apoio da Specialized Brasil, que cedeu a Specialized Big Hit 3. “Durante os percursos, foi preciso descer com mochilas de hidratação, roupa de frio e capa de chuva, pois o clima era muito instável. Além disso nosso amigo peruano tinha grande experiência na região, sempre equipado com o kit de primeiros socorros, um telefone via satélite e alimentos”, conclui Lazzaro.

Carlos Lazzaro

Carlos Lazzaro


Por fim, cabe destacar que a Specialized Big Hit 3 comprovou ser uma ótima parceira para divertir-se por freerides em qualquer lugar do mundo. A Big Hit 3 tem o quadro com o centro de gravidade rebaixado, de modo que proporciona conforto, além da máxima estabilidade e controle. Além disso, a geometria com o tubo superior baixo ajuda na mobilidade sobre a bike para vencer trilhas de freeride mais técnicas ou mesmo encarar umas provas de DH eventualmente. A suspensão traseira FSR com curso entre 170 a 190 garante controle e máxima agilidade. Para mais informações, consulte o site da Specialized Brasil: www.specialized.com.br

Imagem de Amostra do You Tube Imagem de Amostra do You Tube

Fonte: Specialized Brasil / MBike Comunicação (www.bikenamidia.com)
Fotos: Carlos Lazzaro/divulgação

Rubens Donizete, Daniel Carneiro e Manuela Vilaseca estão preparados para a tradicional competição nas montanhas mineiras

Os ciclistas da Equipe Merida Cat Eye TMP, Rubens Donizete, Daniel Carneiro e Manuela Vilaseca estão preparados para enfrentar os 2 dias de prova da tradicional competição mineira. O Iron Biker Brasil 2009 acontecerá nos dias 17 e 18 de outubro, na região histórica de Mariana e Ouro Preto, Minas Gerais.

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A expectativa de um bom resultado está voltado ao ciclista, Daniel Carneiro, especialista em provas longas. Daniel que recentemente terminou na terceira colocação no Campeonato Brasileiro de Maratona, consegue sempre supreender com bons resultados nesta prova.

“Minha expectativa é ficar entres os 5 primeiros colocados”, revelou Daniel. “Espero fazer um bom Iron Biker, pois venho de uma série de competições e treinos visando as provas de maratona. E o Iron vai ser uma boa oportunidade de mostrar meu trabalho, além disso o nível dos atletas vai estar muito forte, por ser umas das principais provas do calendário brasileiro”, completou.

A novidade do evento será uma competição urbana e noturna, num roteiro de 8 km pelas ladeiras históricas de Ouro Preto, só para os feras da categoria Elite masculina e feminina, que acontecerá no dia 16 de outubro, sexta-feira, às 19:30 horas na Praça Tiradentes. No sábado, os ciclistas largam em Ouro Preto para percorrer 74 km de trilhas e montanhas até a bandeirada final no mesmo local de saída. No domingo, os atletas de ferro terão mais 53 km em uma prova com a largada, chegada e premiação na Praça da Estação, em Mariana.

Além da própria dificuldade da geografia local, os atletas da equipe Merida Cat Eye TMP terão que superar fortes concorrentes, como do americano Tinker Juarez, ídolo do mountain bike mundial. Tinker veio acompanhado pela sua equipe Mona-Vie/Cannondale: Matt Ohran, Bart Gillespie e Alex Grant.

A equipe Merida Cat Eye TMP conta com o suporte das bicicletas Merida, acessórios Cateye, capacetes Lazer, pneus Maxxis, Calypso, Epic Line, Power Bar, Mauro Ribeiro, Infanti, óculos Ryders e Bike Park São Silvano.
Acompanhe o dia a dia dos ciclistas da Equipe Merida Cat Eye TMP pelo blog: http://equipemerida.wordpress.com

Fonte: MBike Comunicação / Colaboração de Carolina Reis

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